Suspeito foi localizado e confessou participação no furto com apoio de comparsas
Um furto inusitado foi registrado na manhã desta segunda-feira (06), na sede da Fundação Nacional de Saúde (FUNASA), localizada na Avenida Rui Barbosa, em Quirinópolis – GO. Criminosos invadiram o local, levaram diversos produtos e ainda utilizaram a própria caminhonete do órgão para transportar os objetos, devolvendo o veículo posteriormente.
De acordo com informações, por volta das 6h da manhã, servidores chegaram para o expediente e encontraram o portão com o cadeado arrebentado e a porta principal arrombada. A caminhonete da FUNASA estava estacionada do lado de fora, sem a plotagem de identificação, que havia sido retirada e deixada dentro do pátio do órgão.
Após tomar conhecimento do furto, por volta das 11h40, uma equipe da Guarda Civil Municipal (GCM), composta pelos agentes Marcelo, Fernandes e Costa, iniciou patrulhamento nas imediações com o objetivo de localizar os objetos furtados e possíveis suspeitos.
Durante as diligências, os agentes receberam informações de que um homem teria sido visto utilizando a caminhonete no início da noite do dia anterior (05) e também durante a madrugada. Também foi repassado que o suspeito fazia uso de tornozeleira eletrônica.
Com o apoio do sargento Edimilson, da Polícia Militar, o suspeito foi localizado. Questionado, ele confessou a prática do crime e revelou ter contado com a ajuda de outros dois indivíduos, que já haviam fugido para a cidade de Uberlândia – MG.
Na ação, foram recuperados diversos itens furtados, entre eles botijão de gás, caixa térmica, lavadora de alta pressão, produtos de limpeza, alimentos e materiais utilizados em atividades do órgão. Segundo o suspeito, a caminhonete foi utilizada para transportar os objetos até sua residência, sendo estacionada em diferentes locais ao longo do trajeto, inclusive nas proximidades de sua casa e de uma igreja, antes de ser devolvida ao local de origem.
O homem, juntamente com os materiais recuperados, foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil para as providências cabíveis. Já os outros envolvidos seguem foragidos.
Ainda segundo informações, o prédio da FUNASA não possui câmeras de segurança, o que pode ter facilitado a ação criminosa. O caso segue sob investigação.
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